Zas 1.15.1, a versão que transfere aqui, num PC com AMD Ryzen 5 3600, NVIDIA GeForce RTX 2060, 32 GB de memória e Windows 11, com um ecrã de 2560×1440. Vídeo de teste: um minuto de Big Buck Bunny (H.264, 1080p a 60 fps) e duas versões de 10 s criadas a partir dele (H.265 em 4K a 30 fps e VP9 1080p a 30 fps).
| H.264 1080p60 | H.265 2160p30 | VP9 1080p30 |
|---|
| Abrir com o Zas em memória | 378 ms | 134 ms | 125 ms |
| Abrir com o Zas fechado | 710 ms | 595 ms | 514 ms |
Abrir: desde a execução de zas.exe video (o mesmo que um duplo clique) até ao primeiro fotograma no ecrã. Medianas de 8 aberturas em memória e 5 de raiz. Com o Zas em memória, 2 de 24 aberturas demoraram mais (0,7 e 2,9 s); com o Zas fechado, a mais lenta demorou 0,83 s. O ficheiro já estava na cache do Windows.
Clip copiado: marcar um excerto de 12 s e premir Ctrl+E (sem recodificar) até o ficheiro estar na área de transferência. Mediana de 5 execuções: 0,14 s; a primeira demorou 33 s, sem explicação. Com precisão ao fotograma (a recodificar, Ctrl+Shift+E), o mesmo excerto demora entre 4,6 e 5,0 s.
FPS ao gravar: Fortnite a 2560×1440 em primeiro plano, medido com o PresentMon (Intel). Com e sem gravação a 60 fps pela placa gráfica (H.264 ou H.265 via NVENC), os mesmos 61–70 FPS. A gravação usa 18% de um núcleo do processador. O antigo método por CPU (libx264) usava 2,7 núcleos e tinha quebras de fluidez.
Memória: 99 MB em repouso (em segundo plano, pronto a abrir) e cerca de 300 MB a reproduzir o vídeo 1080p60.
São medições de um computador concreto: no seu, os resultados podem variar.